Certificação de Carbono Neutro

Verificação profissional de documentos de neutralidade de carbono ISO 14068-1 em um porto marítimo europeu, representando a conformidade com a Diretiva de Alegações Verdes da UE para exportadores.

Garantindo o acesso ao mercado europeu: como a ISO 14068-1 resolve o desafio das alegações ambientais da UE em 2026.

A União Europeia redefiniu oficialmente as regras da sustentabilidade corporativa. Com a Diretiva "Empoderando os Consumidores para a Transição Verde" (ECGT) (UE 2024/825) atingindo seu prazo crucial de transposição neste mês (março de 2026) e a plena aplicação no mercado a partir de 27 de setembro de 2026, a era do marketing ambiental desregulamentado chegou ao fim. Para empresas que exportam para a UE ou operam dentro dela, essa legislação introduz novos padrões rigorosos de transparência. Alegações genéricas como "neutro em termos climáticos" ou "ecológico" agora são estritamente proibidas, a menos que sejam respaldadas por verificação rigorosa e independente. Green InitiativeConsideramos a diretiva ECGT não como um obstáculo regulatório, mas como um poderoso diferencial de mercado. Ao ancorar nossa certificação Carbono Neutro na norma internacional ISO 14068-1:2023, fornecemos às organizações a estrutura científica e metodológica exata necessária para transformar a conformidade europeia em uma clara vantagem competitiva. Sua empresa atende aos padrões de Alegações Verdes da UE para 2026? Aqui está uma análise detalhada de como a norma ISO 14068-1 se alinha perfeitamente — e satisfaz integralmente — as regulamentações mais recentes e rigorosas da União Europeia. 1. O Fim das Alegações Baseadas Apenas em Compensação: A Hierarquia de Mitigação A Regra ECGT da UE: A diretiva proíbe explicitamente alegações de que um produto ou empresa tem um impacto ambiental “neutro” ou “positivo” se essa alegação for baseada exclusivamente na compra de créditos de carbono sem a redução das emissões reais da cadeia de valor. A Solução ISO 14068-1: É aqui que a norma ISO demonstra seu imenso valor. A norma ISO 14068-1 opera com base em uma hierarquia de mitigação rigorosa. Ela exige legalmente que as organizações priorizem a redução direta das emissões de gases de efeito estufa (GEE) em suas próprias operações e cadeias de suprimentos antes da aplicação de quaisquer compensações. Sob essa hierarquia, as organizações devem priorizar a redução direta das emissões de gases de efeito estufa em suas próprias operações e cadeias de suprimentos antes da aplicação de quaisquer créditos de carbono. Green Initiative Na certificação, os créditos de carbono são utilizados apenas para neutralizar as emissões residuais inevitáveis. Essa abordagem comprovada de "redução em primeiro lugar" garante total conformidade com a proibição da ECGT sobre o greenwashing baseado exclusivamente em compensação de carbono. 2. Eliminando promessas vagas sobre o futuro: O Plano de Gestão de Carbono A Regra ECGT da UE: A UE agora proíbe alegações ambientais sobre desempenho futuro (por exemplo, "Seremos neutros em carbono até 2040") a menos que sejam apoiadas por um plano de implementação claro, objetivo e verificável, com metas mensuráveis ​​e com prazos definidos. A solução ISO 14068-1: A ISO 14068-1 não permite promessas vazias. Para obter e manter a certificação, a norma exige a criação de um Plano de Gestão de Neutralidade de Carbono abrangente. Isso requer que as organizações estabeleçam metas de curto e longo prazo baseadas na ciência, um caminho de transição detalhado e monitoramento regular do progresso. Porque Green Initiative Ao garantir a aplicação deste padrão, nossos clientes possuem inerentemente o “plano de implementação verificável” exato que a União Europeia exige. 3. Proibição de Rótulos Não Verificados: O Poder da Certificação por Terceiros A Regra ECGT da UE: A diretiva proíbe o uso de rótulos de sustentabilidade criados internamente ou que não se baseiem em um esquema de certificação reconhecido e verificado por uma terceira parte independente. A Solução ISO 14068-1: A ISO 14068-1 é a sucessora globalmente reconhecida da PAS 2060, desenvolvida pela Organização Internacional de Normalização. Green Initiative O certificado de Carbono Neutro não é uma autodeclaração; trata-se de um processo de garantia internacionalmente respeitado e verificado por terceiros. Isso proporciona aos reguladores europeus, parceiros B2B e consumidores a garantia máxima de integridade estrutural e precisão científica. 4. Remoções de Alta Integridade em Vez de Evitação Barata A Regra ECGT da UE: A UE está analisando rigorosamente a qualidade dos créditos de carbono utilizados para emissões residuais, exigindo alta integridade e transparência quanto à real remoção de carbono ou mera redução de emissões. A Solução ISO 14068-1: A norma estabelece critérios rigorosos para os projetos de compensação utilizados. Green InitiativeNo ecossistema europeu, as organizações investem em remoções de alta durabilidade e impacto positivo na natureza, como projetos vitais de reflorestamento e biodiversidade na Amazônia e nos Andes. Isso se alinha perfeitamente com a exigência da UE por transparência e sequestro de carbono permanente e de alta qualidade. Conclusão: Seu Passaporte para o Mercado Europeu A entrada em vigor da Diretiva ECGT em setembro de 2026 representa uma mudança monumental em direção à autenticidade do mercado. As organizações não podem mais confiar em marketing inteligente para demonstrar seu compromisso climático; elas devem confiar na ciência. Ao utilizar a norma ISO 14068-1:2023, Green Initiative Fornece às empresas uma estrutura robusta e juridicamente sólida que antecipa e supera as regulamentações globais. Green Initiative O certificado de Carbono Neutro é mais do que uma declaração de responsabilidade ambiental — é o passaporte mais seguro para o crescimento sustentável e em conformidade com as normas no mercado europeu e além. Sua organização está preparada para o prazo de setembro de 2026? Agende uma Avaliação de Preparação para a Conformidade com nossos especialistas credenciados pela ONU para alinhar suas declarações de carbono com a ISO 14068-1. Este artigo foi preparado por Yves Hemelryck. Green Initiative Equipe. Perguntas frequentes: A transição para as reivindicações ecológicas da UE em 2026. Leitura relacionada.

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Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, lança certificação climática Uma nova era para o turismo sustentável e patrimônios mundiais da UNESCO

Cristo Redentor Lidera Caminho para a COP30: Ação Climática no Turismo para um Futuro Resiliente

Santuário Cristo Redentor, Rio Book e Green Initiative Assinar acordo de colaboração para lançar a certificação climática deste icônico Patrimônio Mundial da UNESCO Alinhado com os esforços do Turismo da ONU para promover as melhores práticas de turismo sustentável em toda a região e inspirado pelas conquistas de Machu Picchu, o Santuário Cristo Redentor, Rio Book e Green Initiative assinaram um acordo de colaboração para lançar o processo de certificação climática do Cristo Redentor — um marco cultural e religioso emblemático reconhecido como Patrimônio Mundial da UNESCO. “Nossa visão para um setor turístico próspero, alinhado aos grandes desafios que a humanidade deve superar, é clara: o desenvolvimento do turismo e a descarbonização podem — e devem — andar de mãos dadas. Por meio desta iniciativa, alavancando o poderoso simbolismo do Cristo Redentor no Rio de Janeiro, pretendemos levar esta mensagem não apenas para outros destinos na região, mas para o mundo inteiro.” — Gustavo Santos, Diretor de Turismo da ONU para as Américas Localizado dentro do exuberante Parque Nacional da Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro, o Cristo Redentor se destaca como um poderoso símbolo da interconexão entre cultura, espiritualidade e natureza. O Santuário lidera uma agenda robusta de sustentabilidade ambiental por meio de suas instituições, como o Instituto Redentor e a Obra Social Leste Um, coordenadas pelo Consórcio Cristo Sustentável. Guiado pela Agenda 2030 das Nações Unidas e pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o Santuário está progressivamente internalizando as melhores práticas em governança ambiental e social, visando gerar um impacto climático positivo em todas as suas atividades. “O Cristo Redentor, símbolo universal de acolhimento e inclusão, está a caminho do seu centenário em 2031, consolidando-se como o primeiro destino turístico cultural e religioso do Brasil a atingir esse nível de comprometimento com a sustentabilidade climática na gestão de suas atividades. Nosso planejamento estratégico e governança visam integrar as melhores práticas ambientais, com o objetivo de posicionar nosso monumento como um agente comunicador que transmita a necessidade urgente do cuidado integral da nossa casa comum.” — Padre Omar Raposo, Reitor do Santuário Cristo Redentor Em 24 de abril, durante um evento histórico realizado em Belém do Pará, o Santuário assinou dois acordos estratégicos. Primeiro, um Protocolo de Intenções com o Governo do Estado do Pará para avançar conjuntamente nas agendas de clima e sustentabilidade antes da COP30. Em segundo lugar, um acordo de colaboração com a Rio Book e Green Initiative iniciar o processo de certificação climática da gestão do Cristo Redentor, com uma estratégia progressiva para alcançar um impacto climático positivo. Por meio dessa colaboração, o Cristo Redentor passará por um processo abrangente de certificação climática com o objetivo de avaliar e mitigar sua pegada de carbono, integrando a ação climática ao centro de seu modelo de gestão. “Participar do processo de Certificação Carbono Neutro do Cristo Redentor é uma tremenda honra e prazer. Com o apoio da ONU Turismo, juntamente com o apoio de autoridades públicas e instituições do setor privado, teremos um projeto único! Além de Green InitiativeCom o trabalho da Rio Book, mobilizaremos talentos para organizar eventos, exposições de fotografia nacionais e internacionais, shows, documentários… Enfim, uma rede poderosa de comunicação e realizações dignas deste grande projeto.” — Ricardo Amaral, Diretor da Rio Book “Esta colaboração reflete nosso compromisso em posicionar a ação climática como um elemento central do turismo regenerativo e sustentável. Green InitiativeAcreditamos que locais icônicos como o Cristo Redentor têm o poder de inspirar mudanças globais — não apenas por meio da liderança ambiental, mas também pelo envolvimento de comunidades, visitantes e parceiros em uma jornada coletiva em direção a um futuro climático positivo.” — Tatiana Otaviano, Gerente de Relacionamento em Green Initiative É importante ressaltar que, por meio desse processo, o Cristo Redentor alinhará seus esforços com a Declaração de Glasgow sobre Ação Climática no Turismo. Lançada na COP26 em 2021, a Declaração de Glasgow foi endossada por mais de 700 organizações em todo o mundo e convoca as partes interessadas do turismo a reduzir as emissões pela metade até 2030 e atingir o zero líquido até 2050. Ela descreve cinco caminhos para a ação: Medir, Descarbonizar, Regenerar, Colaborar e Financiar. Ao aderir a esses princípios por meio do processo de certificação, o Cristo Redentor fortalecerá ainda mais sua estrutura de governança e servirá de modelo para Patrimônios Mundiais da UNESCO em todo o mundo, ilustrando como o turismo, a preservação do patrimônio cultural e a ação climática podem ser pilares que se reforçam mutuamente para o desenvolvimento sustentável. Baseada em padrões internacionais e Green InitiativeCom a abordagem da , o objetivo geral do projeto é internalizar as ações de mitigação climática nas práticas de gestão do Santuário. Ao fazer isso, o processo de certificação ajudará a reforçar as iniciativas sociais, culturais e ambientais em andamento lideradas pelo Santuário, ao mesmo tempo em que identificará e tornará visíveis novas oportunidades para ações climáticas, conservação da natureza e programas culturais comunitários. Essa abordagem integrada contribuirá para ampliar o impacto e o alcance do projeto, fortalecendo o papel do Cristo Redentor como catalisador para o desenvolvimento sustentável e inclusivo. O processo de certificação envolverá uma medição e análise completas do balanço de emissões de gases de efeito estufa associado às operações e atividades do local. Ele identificará e reforçará os esforços de mitigação existentes, ao mesmo tempo em que explorará novas oportunidades para captura de carbono e eficiência de recursos. Culminará no desenvolvimento de um Plano de Ação Climática abrangendo o período de 2025 a 2030, projetado para orientar investimentos estratégicos, melhorias operacionais e iniciativas sociais, culturais e climáticas de longo prazo. Um passo estratégico rumo à COP30 A iniciativa chega em um momento crucial, enquanto o Brasil se prepara para sediar a COP30 de 10 a 21 de novembro de 2025, em Belém do Pará — a primeira vez que uma Conferência do Clima da ONU será realizada na região amazônica, um ecossistema globalmente significativo para a estabilidade climática. Desde o lançamento da Declaração de Glasgow, o setor do turismo vem construindo um argumento convincente para seu papel no enfrentamento da crise climática. Esse impulso ganhou força significativa na COP29 em Baku, Azerbaijão, onde o turismo foi celebrado por meio do Dia Inaugural do Turismo e Ação Climática, ressaltando o crescente reconhecimento do setor como um impulsionador de soluções climáticas e ações positivas para a natureza. A certificação climática do Cristo Redentor se alinha a esses movimentos globais e serve como uma contribuição estratégica para os esforços do Brasil e da região em geral para demonstrar que o turismo pode ser uma força poderosa para o bem. Ao posicionar um Patrimônio Mundial da UNESCO como líder em mitigação climática,

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WorldXchange Renova seu compromisso com o clima positivo e dá um passo adiante com a inscrição no Prêmio LATA de Turismo Responsável

WorldXchange Renova seu compromisso com o clima positivo e dá um passo adiante com a inscrição no Prêmio LATA de Turismo Responsável

At Green Initiative, celebramos com orgulho a liderança climática contínua do nosso parceiro: WorldXchange. Em 2025, WorldXchange não apenas renovou sua Certificação Climate Positive — mantendo seu papel como a primeira e única empresa de câmbio do mundo a receber essa distinção — como também deu um passo ousado ao se candidatar ao prestigioso Prêmio LATA Responsible Tourism Awards 2025 na categoria Turismo Positivo à Natureza. Este reconhecimento é uma prova da visão arraigada da empresa: turismo e finanças podem, e devem, ser forças para uma mudança positiva. Elevando a Segunda Face do Turismo: Do ​​Câmbio à Gestão Ambiental WorldXchange Atua nos principais corredores turísticos do Peru, com escritórios em Lima, Cusco e Arequipa — cidades que são portas de entrada para algumas das regiões mais biodiversas e culturalmente ricas da América Latina. Embora seja principalmente uma prestadora de serviços financeiros, WorldXchange compreendeu desde cedo que a sua posição estratégica dentro dos aeroportos — a “primeira e última impressão” de muitos visitantes — a colocava no centro da cadeia de valor do turismo. Em parceria com Green Initiative, WorldXchange adotou uma estratégia robusta de Medir-Reduzir-Compensar (MRV), alcançando reduções de emissões verificadas, apoiando projetos de reflorestamento na região amazônica de Madre de Dios e engajando mais de 250,000 viajantes anualmente em iniciativas de educação sobre clima, biodiversidade e práticas de turismo regenerativo. Além da transformação interna, WorldXchangeA liderança da ajudou a catalisar mudanças mais amplas: após suas conquistas de neutralidade de carbono e Clima Positivo, o Aeroporto de Lima atualizou seus contratos de concessão para exigir responsabilidade ambiental de todos os fornecedores — um efeito cascata que agora influencia um dos aeroportos mais movimentados da América Latina. Um novo marco: inscrição para o Prêmio LATA de Turismo Responsável. Este ano, WorldXchange deu mais um passo importante ao se candidatar ao Prêmio LATA de Turismo Responsável na categoria Turismo Positivo à Natureza. A candidatura destaca diversas conquistas importantes: WorldXchangeA história da exemplifica perfeitamente como empresas tradicionalmente fora do segmento de "turismo verde" podem adotar plenamente práticas regenerativas — e até mesmo liderar a transformação setorial. Olhando para o Futuro: Sustentando e Expandindo a Liderança Climática como WorldXchange Continuando sua jornada, a empresa permanece comprometida em aprofundar seu impacto positivo no clima e na natureza. Em 2025, a empresa finalizará sua mais recente avaliação da pegada de carbono e preparará novas metas para reduzir ainda mais suas emissões e pegada ambiental por viajante atendido. Green Initiative, temos orgulho de estar ao lado WorldXchange ao redefinir o papel dos prestadores de serviços financeiros no turismo sustentável. Suas conquistas são um claro lembrete de que a liderança climática positiva pode — e deve — ser integrada em todos os elos da cadeia de valor do turismo. Parabéns a toda a WorldXchange equipe pela renovação da certificação, pelos avanços ousados ​​e pelo compromisso inabalável com um futuro mais sustentável! Este artigo foi escrito por Ella Baehringer, da Green Initiative equipe Leitura relacionada

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Bonito Carbono Neutro ganha prestigioso prêmio FIDI 2025 de Sustentabilidade Ambiental

Bonito Carbono Neutro ganha prestigioso prêmio FIDI 2025 de Sustentabilidade Ambiental

Uma vitória histórica para o turismo sustentável e inteligente no Brasil e em Mato Grosso do Sul O Mato Grosso do Sul demonstrou mais uma vez sua liderança em turismo sustentável e inteligente ao conquistar três grandes prêmios na Feira Internacional de Destinos Inteligentes (FIDI) 2025. Essas conquistas destacam a dedicação do estado à inovação, governança e responsabilidade ambiental, consolidando ainda mais sua reputação como líder global em práticas de turismo sustentável. Os prêmios que definem a excelência Durante a FIDI 2025, o Mato Grosso do Sul recebeu reconhecimento em três categorias principais: Esses prêmios confirmam que o Mato Grosso do Sul está na vanguarda da inovação global em turismo inteligente, combinando sustentabilidade com tecnologia para aprimorar as experiências dos visitantes e, ao mesmo tempo, preservar suas maravilhas naturais. Bonito, um destino de ecoturismo de renome mundial, provou mais uma vez ser líder global em turismo sustentável ao vencer o Prêmio de Sustentabilidade Ambiental na Feira Internacional de Destinos Inteligentes (FIDI) 2025. Este prestigioso reconhecimento reforça o compromisso de Bonito com a conservação ambiental, ação climática e práticas de turismo sustentável, estabelecendo um exemplo para destinos em todo o mundo. A importância do Prêmio FIDI 2025 A Feira Internacional de Destinos Inteligentes (FIDI) é um dos eventos mais importantes da indústria global de turismo, reunindo líderes, inovadores e formuladores de políticas para discutir o futuro de destinos inteligentes e sustentáveis. O Prêmio de Sustentabilidade Ambiental é concedido a destinos que demonstram conquistas excepcionais na implementação de práticas de turismo sustentável, redução de pegadas de carbono e integração de estratégias inovadoras de conservação ambiental. Ganhar este prêmio destaca o Programa Carbono Neutro de Bonito, que tem sido fundamental em: Liderança Impulsionando o Sucesso de Bonito O governador Eduardo Riedel reafirmou o compromisso de Mato Grosso do Sul com o desenvolvimento econômico alinhado à preservação ambiental, afirmando: "Mato Grosso do Sul está no caminho para alcançar a neutralidade de carbono até 2030, demonstrando que o crescimento econômico e a sustentabilidade podem andar de mãos dadas." Josmail Rodrigues, Prefeito de Bonito, também comemorou a conquista, enfatizando o compromisso da cidade com o desenvolvimento sustentável: “O reconhecimento de Bonito no FIDI 2025 reflete a dedicação de toda a nossa comunidade em preservar nosso patrimônio natural e, ao mesmo tempo, garantir o crescimento econômico. Continuaremos trabalhando em soluções inovadoras que tornem Bonito um modelo de turismo sustentável.” O sucesso das iniciativas de sustentabilidade de Bonito é resultado de uma forte liderança e colaboração. Bruno Wendling, Presidente da Fundtur MS, enfatizou a importância desta conquista: “Este prêmio é uma prova da liderança de Bonito em sustentabilidade e ação climática. Estamos provando que é possível desenvolver o turismo de uma forma que respeite e preserve a natureza, ao mesmo tempo em que proporciona benefícios econômicos às comunidades locais.” Da mesma forma, Juliane Salvadori, vice-prefeita de Bonito e líder do Programa Carbono Neutro de Bonito, destacou a importância deste reconhecimento: “Ganhar o Prêmio de Sustentabilidade Ambiental no FIDI 2025 é um momento de orgulho para Bonito. Ele valida nossa dedicação em criar um futuro sustentável para o turismo, garantindo que as gerações futuras possam continuar a experimentar a beleza natural do nosso destino.” Somando-se aos marcos de sustentabilidade de Bonito, o Grupo Rio da Prata desempenhou um papel crucial no reforço da ação climática na região. Suas propriedades, incluindo o Recanto Ecológico Rio da Prata, a Lagoa Misteriosa e a Estância Mimosa, alcançaram as certificações Climate Positive e Carbon Neutral, estabelecendo novos padrões para conservação e turismo responsável. Seus esforços contínuos em restauração de ecossistemas, sequestro de carbono e experiências sustentáveis ​​para os visitantes continuam a posicionar Bonito como líder em ecoturismo global. “As conquistas do Grupo Rio da Prata demonstram como o turismo pode contribuir ativamente para a recuperação ambiental. Ao conquistar as certificações Clima Positivo e Carbono Neutro, eles dão o exemplo de como os destinos podem equilibrar o crescimento com a conservação da natureza.” – Bruno Wendling, Presidente da Fundtur MS O que isso significa para o futuro Este prêmio consolida a posição de Bonito como referência em turismo sustentável não apenas no Brasil, mas também em escala global. Ele serve como inspiração para outros destinos que buscam implementar estratégias eficazes de ação climática, ao mesmo tempo em que promovem o crescimento econômico por meio do turismo responsável. Enquanto Bonito se prepara para apresentar sua história de sucesso na COP-30 em Belém, Pará, em novembro de 2025, este reconhecimento fortalecerá ainda mais seu impacto nas discussões internacionais sobre turismo sustentável e conservação ambiental. Um futuro brilhante para Bonito e o turismo sustentável global Com seu compromisso contínuo com a sustentabilidade, Bonito está provando que a responsabilidade ambiental e a excelência do turismo podem andar de mãos dadas. O Prêmio FIDI de Sustentabilidade Ambiental 2025 não é apenas uma vitória para Bonito, mas para todo o movimento global em direção a um turismo mais responsável e consciente do clima. Matheus Mendes, Gerente de Portfólio em Green Initiative, também enfatizou a natureza colaborativa e sistêmica dos esforços de descarbonização de Bonito: “A certificação de Bonito foi projetada para ser promovida coletivamente. A responsabilidade inicial pelo processo é do governo municipal e do estado, mas as ações resultantes têm responsabilidades compartilhadas e amplos benefícios para a sociedade. As próximas etapas da descarbonização do destino devem priorizar quatro pilares principais: mobilidade limpa, tratamento de resíduos, restauração de ecossistemas e engajamento turístico.” Parabéns ao Bonito Carbono Neutro e a todos aqueles que contribuíram para tornar essa conquista possível! 🌿🌍✨ Na Mídia:

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Bonito e Fundtur MS Uma Parceria Estratégica para Liderança Global em Turismo Sustentável

Bonito e Fundtur MS: Uma Parceria Estratégica para Liderança Global em Turismo Sustentável

O Futuro do Turismo Sustentável no Brasil Começa em Bonito. Bonito, um dos destinos de ecoturismo mais renomados do Brasil, continua a consolidar sua posição como referência global em turismo sustentável. Por meio de uma forte colaboração com a Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur MS), liderada por Bruno Wendling, Bonito alcançou avanços significativos na integração de estratégias de mitigação climática em seu modelo de desenvolvimento turístico. Alguns dos principais marcos incluem: Com esta iniciativa, Bonito se torna o primeiro destino turístico totalmente alinhado com a Declaração de Glasgow, apresentando um programa abrangente de investimentos para descarbonização. À frente desse movimento está Juliane Salvadori, vice-prefeita de Bonito, que desempenhou um papel fundamental na manutenção da certificação Carbono Neutro desde sua gestão como Secretária de Turismo em 2022. “Essa conquista fortalece nosso compromisso em transformar Bonito em um destino cada vez mais sustentável, garantindo que o turismo aqui seja sinônimo de conservação e inovação ambiental.” – Juliane Salvadori, vice-prefeita de Bonito e líder do Programa Carbono Neutro de Bonito Troca de conhecimento com Machu Picchu: compartilhando as melhores práticas globais Além de seus avanços locais, Bonito promoveu um programa de troca de conhecimento com Machu Picchu, outro destino turístico reconhecido internacionalmente e comprometido com a ação climática. Essa colaboração permite o compartilhamento de medidas de mitigação e estratégias de turismo regenerativo, reforçando a participação de Bonito e Mato Grosso do Sul na discussão global sobre turismo climático inteligente. “A estratégia de Mato Grosso do Sul é clara: queremos ser referência global em turismo sustentável, e Bonito é a vitrine ideal para demonstrar como isso é possível. O envolvimento da Green Initiative e as ações lideradas por Fundtur Os MS são os principais impulsionadores desta transformação.” – Bruno Wendling, Presidente da Fundtur MS Bonito sedia a Feira Internacional de Destinos Inteligentes (FIDI) 2025 Em um desenvolvimento significativo, Bonito foi selecionada para sediar a terceira edição da Feira Internacional de Destinos Inteligentes (FIDI) em 2025, programada para 19 a 22 de março. Este evento reunirá profissionais de turismo, empreendedores, gestores públicos e estudantes para discutir inovação, sustentabilidade e tecnologia no turismo. Sediar a FIDI 2025 reforça o compromisso de Bonito em se posicionar como um Destino Turístico Inteligente, integrando governança, sustentabilidade, inovação, tecnologia e promoção. “Garantir este evento foi um movimento estratégico, pois estamos trazendo a feira mais importante que aborda modelos de destinos inteligentes. O público pode esperar muita inovação, conhecimento e troca de experiências em todos os aspectos que um Destino Turístico Inteligente abrange.” – Bruno Wendling, Presidente da Fundtur MS Bonito Carbono Neutro vence o prêmio de sustentabilidade ambiental FIDI 2025 Destacando seu compromisso com a administração ambiental, Bonito Carbono Neutro foi homenageado com o Prêmio de Sustentabilidade Ambiental no FIDI 2025. Este reconhecimento reconhece os esforços contínuos de Bonito na redução de emissões de carbono e na implementação de práticas de turismo sustentáveis, consolidando ainda mais seu status como líder em conservação ambiental. Rumo à COP-30: Bonito no cenário global da sustentabilidade As conquistas resultantes da colaboração entre Fundtur MS e Bonito posicionam o município como um dos principais cases de sucesso do Brasil a ser apresentado durante a COP-30, que acontecerá em Belém, no Pará, em novembro de 2025. Esse esforço conjunto contribuirá para conscientizar milhares de pessoas no Brasil e no mundo sobre a importância da ação climática e dos impactos ambientais positivos como pilares fundamentais para a prosperidade e o desenvolvimento de destinos turísticos inteligentes. A trajetória de Bonito exemplifica como liderança dedicada e parcerias estratégicas podem transformar um destino em um modelo global de turismo sustentável e responsabilidade ambiental. Na mídia:

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O roteiro para o Net Zero: como viagens e turismo podem liderar o esforço de descarbonização

O roteiro para o Net Zero: como viagens e turismo podem liderar o esforço de descarbonização

O setor de viagens e turismo contribui com quase 8% das emissões globais de carbono, tornando-se um setor-chave na luta contra as mudanças climáticas. Para a transição rumo a um futuro com emissões líquidas zero, as empresas devem ir além da compensação de carbono e integrar a ação climática diretamente em suas operações. O Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC) desenvolveu um Roteiro para o Zero Líquido, delineando uma estrutura estratégica para a descarbonização. Este roteiro fornece um caminho claro para as empresas medirem, reduzirem e reportarem emissões, garantindo uma transição para um turismo positivo para o clima e a natureza. O Papel da Tecnologia na Aceleração da Ação Climática A tecnologia é uma ferramenta poderosa para alcançar a medição de carbono, a redução de emissões e o turismo regenerativo. O Roteiro para o Zero Líquido do WTTC destaca as principais áreas onde a inovação digital pode apoiar os esforços de descarbonização. Principais Inovações Tecnológicas para o Zero Líquido Green InitiativeContribuição Green Initiative integra soluções de monitoramento baseadas em tecnologia em projetos climáticos medidos por carbono, garantindo que as reduções de emissões sejam verificadas cientificamente. Por meio de rastreamento por satélite e relatórios digitais, as empresas podem monitorar de forma transparente os esforços de sequestro de carbono vinculados ao reflorestamento e à restauração de ecossistemas. Além da compensação: como a inserção pode maximizar o impacto climático A compensação de carbono tradicional envolve o financiamento de projetos externos para compensar as emissões. Embora a compensação desempenhe um papel na gestão de emissões de curto prazo, ela não aborda as emissões operacionais diretas. O Roteiro para o Net Zero do WTTC prioriza a inserção de carbono, que incorpora a ação climática diretamente na cadeia de valor de uma empresa. Essa abordagem reduz as emissões na fonte, em vez de terceirizar a responsabilidade. Enquanto a compensação de carbono envolve o investimento em projetos externos para compensar as emissões, a inserção de carbono se concentra na implementação de iniciativas de sustentabilidade nas próprias operações e cadeia de suprimentos de uma empresa. Essa abordagem direta não apenas reduz as emissões em sua origem, mas também promove benefícios ambientais e econômicos de longo prazo para o negócio. Por que a inserção é mais eficaz do que a compensação Como as empresas de viagens e turismo podem implementar a inserção Empresas líderes estão sendo pioneiras em iniciativas de inserção. Por exemplo, algumas companhias de cruzeiros estão investindo em navios híbridos e movidos a GNL, bem como em sistemas avançados de gestão de águas residuais, para reduzir sua pegada ambiental. Soluções Climáticas Naturais (NCS) e Green Initiative'S Forest Friends Programa de Engajamento em Soluções Climáticas Naturais (SCN), como reflorestamento e restauração de áreas úmidas, permite que as empresas sequestrem carbono de forma eficaz, ao mesmo tempo em que aprimoram a biodiversidade local. Programas como Green Initiative'S Forest Friends não apenas compensam as emissões, mas também promovem o equilíbrio ecológico e apoiam os meios de subsistência da comunidade. Green Initiative promove Soluções Baseadas na Natureza (NBS) por meio de suas Forest Friends programa, auxiliando empresas a implementar projetos de incorporação de carbono que contribuam para um turismo positivo para o clima. Ao restaurar florestas e ecossistemas degradados, essas iniciativas capturam CO₂, aumentam a biodiversidade e aprimoram a resiliência climática. Os Quatro Pilares da Descarbonização: Um Guia Prático para Empresas de Viagens e Turismo. O Quadro de Ação para Descarbonização do WTTC descreve uma abordagem clara e estruturada para que as empresas alcancem o zero líquido. Este quadro é construído sobre quatro pilares essenciais: 1. Avaliar e Definir; 2. Construir e Viabilizar; 3. Reduzir e Colaborar; 4. Monitorar e Relatar. Green Initiative Suporta esta transição Green Initiative fornece avaliações de medição de carbono, soluções de inserção e rastreamento avançado de emissões para ajudar as empresas na transição para operações neutras em carbono e positivas para o clima. Nossa abordagem garante que as empresas se alinhem aos padrões climáticos globais e às estruturas de certificação, maximizando seu impacto ambiental. Conclusão: Um Chamado à Ação para Líderes de Viagens e Turismo A transição para zero líquido não é mais opcional - é uma necessidade empresarial. O setor de viagens e turismo deve tomar medidas imediatas para reduzir as emissões, restaurar ecossistemas e construir resiliência climática. Ao adotar estratégias de medição de carbono, priorizar a inserção em vez da compensação e obter certificações climáticas, as empresas podem liderar a transformação em direção ao turismo regenerativo e a uma economia positiva para o clima. Green Initiative, oferecemos soluções climáticas baseadas na ciência que vão além da conformidade para criar um impacto ambiental duradouro. Você está pronto para começar sua jornada rumo à neutralidade carbônica? Entre em contato Green Initiative hoje e tome medidas climáticas significativas para um futuro sustentável. Este artigo foi escrito por Ella Baehringer, da Green Initiative Artigos relacionados à equipe

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Financiamento combinado para descarbonização, redução de riscos em investimentos de mitigação climática Green Initiative

Financiamento combinado para descarbonização: redução de riscos em investimentos de mitigação climática

Na última década, o financiamento combinado se tornou uma ferramenta cada vez mais relevante para dimensionar o desenvolvimento e “reduzir o risco” de mercados sociais e ambientalmente positivos para atrair capital privado. De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)1, em 2023, mecanismos de financiamento combinado catalisaram a atração de US$ 70 bilhões para investimentos vinculados ao desenvolvimento. Neste artigo, exploramos o que é financiamento combinado em termos simples e como ele pode apoiar a economia verde por meio da descarbonização. Muito diferente de um imposto sobre carbono, o financiamento combinado é uma abordagem empreendedora que envolve dinheiro público ou filantrópico nos esforços de arrecadação de fundos de um acordo, pois esse capital extra pode ajudar significativamente a reduzir os riscos para investidores privados. Fundos filantrópicos são amplamente utilizados para financiar esforços de assistência técnica, por exemplo, enquanto os governos tendem a ter capacidade financeira e resiliência caso o acordo não atinja o retorno esperado no prazo determinado. Ao mesmo tempo, o capital privado é um componente valioso do aspecto de captação de recursos de acordos de financiamento combinado, pois pode ajudar a fechar lacunas significativas de financiamento e permite que gestores de ativos, bancos e outros tipos de investidores privados desenvolvam simultaneamente seu conhecimento em mercados de desenvolvimento e tragam uma abordagem inovadora e rápida para setores que antes eram de responsabilidade exclusiva do governo2. De acordo com o Fórum Econômico Mundial (FEM)3, a descarbonização da economia até 2050 custará coletivamente US$ 3.5 trilhões por ano, o que equivale a metade dos lucros corporativos globais e a um quarto dos impostos mundiais arrecadados. Essa transição se baseia principalmente na descarbonização da infraestrutura (incluindo energia), que, segundo o Banco Mundial, é considerada de alto risco pela maioria dos investidores privados e emite 60% de todos os gases de efeito estufa anualmente4. Em 2024, o Banco Mundial5 divulgou uma postagem de blog afirmando que, ao longo da década de 2013-2023, o acordo médio de infraestrutura atraiu 40 centavos de capital privado por 1$ de dinheiro governamental ou filantrópico investido: no entanto, os 10% dos acordos de infraestrutura de financiamento misto mais bem-sucedidos atraíram até 2$ de capital privado por 1$ em investimentos públicos. Mas quais são os fatores decisivos e como os projetos e produtos de mitigação climática podem ser enquadrados como negócios altamente lucrativos para investidores privados? A PwC afirma que atrair com sucesso capital privado para projetos de infraestrutura com emissões líquidas zero exige a implementação de políticas governamentais claras e consistentes que possam fornecer a estabilidade que os investidores buscam6 . Um exemplo prático é o recente aumento nos investimentos em energia renovável na Austrália. Em 2024, a Austrália comprometeu US$ 9 bilhões em parques eólicos e solares de grande escala, marcando o maior investimento público em seis anos e adicionando 4.3 GW de nova capacidade renovável. Esse aumento significativo está alinhado com as metas políticas federais e estaduais que visam gerar 82% de eletricidade a partir de fontes renováveis ​​até 2030. A aprovação do esquema de investimento em capacidade expandida, que promete 23 GW de energia renovável e 9 GW de capacidade de armazenamento de energia, reforçou ainda mais a confiança dos investidores. Especialistas do setor enfatizam que tais políticas estáveis ​​e de apoio são cruciais para manter e aumentar a confiança dos investidores no setor de energia renovável7 . Até o final de 2025, com a geração de energia renovável representando cerca de 48% da matriz energética, a redução das emissões da Austrália deverá atingir 75 milhões de toneladas anualmente, representando uma diminuição de 39% nas emissões de eletricidade em comparação com um cenário sem crescimento de energias renováveis.Green InitiativeGreen Initiative está determinada a contribuir para uma economia com zero emissões líquidas até 2050 e fortalecer a transição verde para uma economia climática positiva. Visite greeninitiative.eco para saber mais sobre os projetos existentes. [1] OCDE (2025), Financiamento privado mobilizado para o desenvolvimento [2] Rede para tornar o sistema financeiro mais verde (2024), Ampliando o financiamento combinado para mitigação e adaptação climática em economias emergentes e em desenvolvimento [3] FEM (2022), A transição para a economia verde custará ao mundo mais US$ 3.5 por ano [4] Banco Mundial (2023), O poder do capital privado no desenvolvimento sustentável [5] Banco Mundial (2024), Como o financiamento combinado pode reorientar investidores privados cautelosos para a infraestrutura [6] PwC, Alcançando infraestrutura líquida zero [7] The Guardian (2025), O investimento da Austrália em energia eólica e solar de grande escala atinge o pico de seis anos [8] Conselho de Energia Limpa da Austrália (2024), Redução de emissões proporcionada por energia renovável Artigos relacionados

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Financiando os Princípios do Futuro Verde para Acompanhar os Investimentos em Mitigação Climática Green Initiative

Financiando o Futuro Verde: Princípios para Acompanhar Investimentos em Mitigação Climática

À medida que a maior parte do mundo intensifica os esforços para combater as mudanças climáticas, o papel do financiamento climático se torna cada vez mais vital. O Acordo de Paris estabeleceu uma meta ambiciosa: manter o aumento da temperatura global bem abaixo de 2°C, com um forte compromisso de limitá-lo a 1.5°C. Alcançar essa meta exige uma transformação fundamental da economia global, transferindo os investimentos de indústrias de alta emissão para soluções positivas para a natureza, como energia renovável, transporte sustentável e infraestrutura verde. No entanto, garantir que os fluxos financeiros estejam realmente alinhados com as metas climáticas exige uma estrutura transparente e padronizada para monitorar e relatar investimentos em mitigação climática. Os Princípios Comuns para o Rastreamento do Financiamento da Mitigação Climática, desenvolvidos por bancos multilaterais de desenvolvimento (BMDs) e pelo Clube Internacional de Financiamento do Desenvolvimento (IDFC), atendem a esse propósito ao estabelecer critérios claros de elegibilidade para investimentos climáticos positivos, excluindo aqueles que prejudicam os esforços de descarbonização a longo prazo. Este artigo explora os princípios-chave do monitoramento do financiamento da mitigação climática, os setores que se beneficiam dos investimentos verdes e o futuro das estratégias financeiras destinadas a acelerar a ação climática. O papel do financiamento para mitigação climática O financiamento para mitigação climática é uma ferramenta crucial para apoiar a transição para uma economia líquida zero. Ela garante que o capital seja direcionado para investimentos que: 1. Reduzir ou evitar emissões de gases de efeito estufa (GEE) A redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) é um pilar fundamental do financiamento da mitigação climática, pois aborda diretamente a causa raiz do aquecimento global. Ao transferir investimentos para energia limpa, transporte de baixa emissão e infraestrutura com eficiência energética, podemos reduzir significativamente as emissões de carbono e, ao mesmo tempo, impulsionar o crescimento econômico e a inovação. As principais estratégias incluem a transição de combustíveis fósseis para fontes de energia renováveis, a eletrificação de sistemas de transporte e o aumento da eficiência energética em edifícios e indústrias. Essas medidas não apenas reduzem a dependência de energia com alto teor de carbono, mas também criam uma base para um futuro sustentável e com zero emissões líquidas. 2. Aumentar o sequestro de carbono Embora a redução de emissões seja crucial, é igualmente importante remover o dióxido de carbono (CO₂) existente da atmosfera para mitigar as mudanças climáticas de forma eficaz. O sequestro de carbono desempenha um papel fundamental nesse esforço, capturando e armazenando CO₂ por meio de soluções naturais e tecnológicas. Investimentos em reflorestamento e florestamento restauram florestas que atuam como sumidouros naturais de carbono, enquanto a agricultura regenerativa melhora a saúde do solo, aumentando sua capacidade de armazenar carbono. Além disso, as tecnologias de captura e armazenamento de carbono (CCS) fornecem uma solução em escala industrial ao capturar CO₂ de usinas de energia e fábricas antes que ele entre na atmosfera. Essas abordagens trabalham juntas para compensar emissões e contribuir para uma economia climática positiva. 3. Indústrias de alta emissão em transição Indústrias pesadas, como aço, cimento e produtos químicos, estão entre os maiores contribuintes para as emissões globais de carbono. A descarbonização desses setores é essencial para alcançar uma economia líquida zero, mas isso requer investimentos direcionados em tecnologias inovadoras e de baixo carbono. Uma das soluções mais promissoras é o hidrogênio verde, que serve como uma alternativa limpa aos combustíveis fósseis em processos industriais. Além disso, iniciativas de economia circular — como redução de resíduos, reciclagem e reutilização de materiais — ajudam a diminuir as emissões ao minimizar o consumo de recursos. A adoção de materiais de construção sustentáveis, como cimento carbono negativo e aço reciclado, reduz ainda mais o impacto ambiental do setor de construção. Sem um sistema robusto para monitorar investimentos positivos para o clima, os fluxos financeiros podem ser mal alocados para projetos que oferecem apenas reduções de emissões de curto prazo, ao mesmo tempo em que reforçam a dependência de combustíveis fósseis de longo prazo. Os Princípios Comuns garantem que as instituições financeiras priorizem investimentos climáticos verdadeiramente sustentáveis. Princípios-chave para o monitoramento do financiamento da mitigação climática Os Princípios Comuns categorizam o financiamento da mitigação climática em três grupos distintos, garantindo que os investimentos estejam alinhados com o Acordo de Paris e contribuam para uma economia global positiva para a natureza. 1. Atividades com emissões negativas ou muito baixas Para alcançar um futuro com emissões líquidas zero, os investimentos devem priorizar projetos que produzam pouca ou nenhuma emissão de gases de efeito estufa, ao mesmo tempo em que contribuem ativamente para uma descarbonização profunda. Essas atividades estão totalmente alinhadas com as metas climáticas globais e representam os caminhos mais eficazes para a sustentabilidade a longo prazo. As principais áreas de investimento incluem energia renovável, como solar, eólica, hidrelétrica e geotérmica, que substituem combustíveis fósseis e fornecem eletricidade limpa e sustentável. Além disso, projetos de sequestro de carbono — incluindo reflorestamento, restauração de carbono do solo e iniciativas de carbono azul (por exemplo, restauração de manguezais e ervas marinhas) — ajudam a remover CO₂ da atmosfera. Mais avanços na produção industrial de baixo carbono também são essenciais. Tecnologias como hidrogênio verde, cimento carbono negativo e bioplásticos fornecem alternativas viáveis ​​aos materiais tradicionais de alta emissão, reduzindo o impacto ambiental de indústrias importantes. Esses projetos formam a base de uma economia climática positiva e garantem que os investimentos financeiros impulsionem mudanças reais e duradouras em direção a um mundo sustentável. Esses projetos estão totalmente alinhados com as metas de zero líquido e impulsionam uma descarbonização profunda. Exemplos incluem: 2. Atividades de transição Embora o objetivo final seja uma economia totalmente descarbonizada, alguns setores e sistemas exigem uma fase intermediária para reduzir as emissões antes de atingir a sustentabilidade total. As atividades de transição desempenham um papel crucial nesse processo, melhorando a eficiência da infraestrutura existente e minimizando a dependência de combustíveis fósseis. No entanto, esses projetos devem ser gerenciados com cuidado para evitar o bloqueio de carbono a longo prazo e garantir que sirvam como trampolins para soluções de zero líquido. As principais estratégias de transição incluem melhorias na eficiência energética industrial, que podem reduzir as emissões em 30–50% por meio de tecnologias avançadas, como recuperação de calor residual, automação e processos de fabricação com eficiência energética. No setor de transporte, a adoção de veículos híbridos oferece uma solução provisória, reduzindo as emissões e abrindo caminho para a eletrificação completa e a mobilidade movida a hidrogênio. Além disso, a modernização de edifícios com soluções de eficiência energética, como bombas de calor, telhados verdes e integração de rede inteligente, ajuda a reduzir o consumo de energia e as pegadas de carbono. Ao garantir que as atividades de transição permaneçam alinhadas com as metas de descarbonização de longo prazo, os investimentos financeiros podem maximizar os benefícios climáticos e, ao mesmo tempo, acelerar a mudança global em direção à energia, ao transporte e à indústria sustentáveis. Esses projetos reduzem as emissões nos sistemas existentes, mas ainda envolvem alguma dependência de combustíveis fósseis. Eles não devem criar um bloqueio de carbono de longo prazo. Exemplos incluem: 3. Atividades facilitadoras Alcançar uma economia líquida zero requer não apenas reduções diretas de emissões, mas também um forte sistema de apoio que permita a ampla adoção de tecnologias e práticas climáticas positivas. As atividades facilitadoras desempenham um papel crucial na facilitação dessa transição, fornecendo a infraestrutura financeira, regulatória e tecnológica necessária para ampliar os investimentos verdes. As principais estratégias facilitadoras incluem títulos verdes e mecanismos de financiamento vinculados à sustentabilidade, que fornecem financiamento dedicado para projetos de mitigação climática. Esses instrumentos financeiros

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Bonito: Um destino de ecoturismo neutro em carbono sediará o Fórum Internacional de Sustentabilidade de 2025

Bonito: Um destino de ecoturismo neutro em carbono sediará o Fórum Internacional de Sustentabilidade de 2025

Em maio de 2025, Bonito, Mato Grosso do Sul, Brasil — líder global em turismo sustentável — sediará o Fórum Internacional de Sustentabilidade de 29 a 31 de maio. Conhecida por sua beleza natural intocada e iniciativas ambientais pioneiras, Bonito é o local perfeito para este evento crucial, que visa moldar as discussões sobre transição energética e financiamento verde antes da conferência climática COP30 em Belém. Por que Bonito? Um Modelo de Turismo Regenerativo Bonito não é apenas um destino turístico popular; é um polo de ecoturismo com certificação de carbono neutro. Em 2022, a cidade fez história ao se tornar o primeiro destino turístico do mundo a receber essa certificação. Este marco foi alcançado por meio de uma colaboração rigorosa entre a Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (FUNDTUR) e Green Initiative, que avaliou e mitigou a pegada de carbono do seu setor de turismo. As principais estratégias positivas para o clima e a natureza que contribuíram para esta certificação incluem: Além disso, Bonito abriga empresas de ecoturismo com impacto positivo para o clima, como o Grupo Rio da Prata Ecoturismo e a Estância Mimosa, que trabalham ativamente para criar um impacto ambiental positivo líquido. O Grupo Rio da Prata oferece experiências ecológicas de mergulho com snorkel e cilindro em seus rios cristalinos, ao mesmo tempo em que se envolve em esforços de reflorestamento em larga escala e iniciativas de conservação de água. Da mesma forma, a Estância Mimosa oferece passeios guiados por cachoeiras e trilhas deslumbrantes, ao mesmo tempo em que implementa o sequestro de carbono por meio do plantio de árvores nativas e práticas agrícolas sustentáveis. Essas empresas exemplificam a dedicação de Bonito ao ecoturismo e servem como modelos de sustentabilidade na indústria global do turismo. Essas iniciativas reduzem coletivamente a pegada ambiental de Bonito e contribuem para sua meta de se tornar líder global em turismo inteligente para o clima. O prefeito de Bonito, Josmail Rodrigues, destacou a liderança global da cidade em sustentabilidade, afirmando: “Bonito é uma referência global em turismo sustentável, e sediar um evento dessa magnitude reforça nosso compromisso com a preservação ambiental e o desenvolvimento econômico responsável. O Fórum Internacional de Sustentabilidade será uma oportunidade única para discutir soluções inovadoras e estabelecer nossa cidade como um modelo de sustentabilidade para o Brasil e o mundo.” A importância do Fórum Internacional de Sustentabilidade O fórum reunirá formuladores de políticas, ambientalistas, cientistas e líderes da indústria para discutir: O papel de Bonito como anfitriã é particularmente simbólico. Sua transformação em um destino neutro em carbono destaca o poder das iniciativas locais para impulsionar a mudança global, servindo de exemplo para outras regiões que buscam equilibrar o crescimento econômico com a gestão ambiental. Liderança reconhecida em práticas ESG Bonito e o estado de Mato Grosso do Sul ganharam reconhecimento nacional e internacional por seus esforços de sustentabilidade. Em dezembro de 2024, o Mato Grosso do Sul foi classificado entre as três principais regiões do Brasil em práticas ESG em turismo sustentável pela Embratur. Este reconhecimento ressalta a abordagem inovadora do estado para o desenvolvimento do turismo e a conservação ambiental. As realizações específicas incluem: Bruno Wendling, Presidente da FUNDTUR, declarou: “Nosso objetivo é posicionar Bonito como um modelo global de turismo sustentável e regenerativo, garantindo que a experiência de cada visitante contribua positivamente para o meio ambiente. Sediar o Fórum Internacional de Sustentabilidade solidifica ainda mais nosso compromisso com essa missão.” Bonito: Um destino que vale a pena proteger Os ecossistemas únicos de Bonito são seu maior tesouro. Os destaques incluem: Por meio de iniciativas neutras em carbono e práticas de turismo sustentável, Bonito está estabelecendo um precedente para destinos em todo o mundo, mostrando que a beleza natural e a responsabilidade ambiental podem coexistir. O que esperar do Fórum O evento promete uma riqueza de oportunidades, incluindo: Enquanto o mundo se prepara para a conferência climática COP30, Bonito se destaca como um farol de inovação sustentável e liderança ambiental. Sediar o Fórum Internacional de Sustentabilidade nesta cidade com Certificação Carbono Neutro não apenas amplia seu compromisso com a proteção dos recursos naturais, mas também inspira outros destinos a seguirem o exemplo. A história de Bonito prova que turismo e sustentabilidade podem andar de mãos dadas, abrindo caminho para um futuro mais verde. Green Initiative Equipe. Leitura sugerida:

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Olas Perú: A primeira escola de surfe neutra em carbono do mundo

Olas Perú: A primeira escola de surfe neutra em carbono do mundo

Green Initiativerecebeu a certificação durante cerimônia realizada no Palácio Municipal de Miraflores, bairro reconhecido internacionalmente como Cidade do Surf por sua importância como destino turístico e esportivo. Reconhecimento pela Ação Climática A cerimônia reuniu representantes de destaque dos setores de turismo e esportes, incluindo a participação de representantes do Município de Miraflores, da Embaixadora Australiana no Peru, Maree Ringland e Omar Afa, de Yutong. Joel Koechlin, presidente da Câmara Nacional de Turismo do Peru (CANATUR), enfatizou a importância da ação climática, afirmando: “Hoje, todas as empresas têm a responsabilidade de entender sua pegada de carbono e encontrar soluções para reduzi-la por meio de nossas atividades diárias, conscientizando sobre sua importância e impacto positivo no planeta.” Da mesma forma, Roberto Meza, gerente geral da Olas Perú, destacou a importância dessa conquista para a indústria do surfe, afirmando: “A certificação Carbono Neutro é um marco que estabelece um precedente em nossa disciplina e incentiva outras organizações do setor a fazer mudanças em favor do planeta.” Surfe e mudança climática: um desafio local com impacto global A mudança climática está afetando cada vez mais várias indústrias, incluindo o surfe. Essa atividade emocionante, que representa um modo de vida para muitas pessoas, enfrenta desafios significativos devido aos impactos ambientais e às variações climáticas. Da elevação do nível do mar às mudanças nos padrões das ondas, as mudanças climáticas estão alterando os oceanos de maneiras prejudiciais, ameaçando o futuro do esporte. Nesse contexto, a Olas Perú, fundada em 1992, adotou o compromisso climático como parte essencial de sua identidade. Com sua recente certificação Carbono Neutro, a escola demonstra que práticas sustentáveis ​​e ações climáticas podem andar de mãos dadas com a promoção do esporte. Medindo e compensando a pegada de carbono A Olas Perú mediu e compensou sua pegada de carbono para 2023 como parte de um processo rigoroso em conformidade com os padrões internacionais. Esse processo envolveu o cálculo do total de emissões de gases de efeito estufa (GEE) geradas direta e indiretamente pela organização durante aquele ano. As fontes de emissões das atividades da Olas Perú foram identificadas para determinar sua pegada de carbono. Isso incluía aspectos como o transporte de materiais e pessoas e o uso de recursos necessários para suas operações. Essa análise não apenas quantificou as emissões, mas também identificou as principais fontes de responsabilidade, abrindo caminho para a implementação progressiva de medidas de mitigação e promovendo práticas mais sustentáveis ​​para reduzir a pegada de carbono da organização. Avançando em direção à descarbonização A cerimônia também marcou um passo significativo em direção à descarbonização com a entrega de um caminhão elétrico pela Yutong. A integração deste veículo e a implementação de diversas medidas de mitigação reduzirão significativamente as emissões de gases de efeito estufa (GEE) nos próximos anos, reafirmando o compromisso da Olas Perú em cumprir suas metas climáticas. Omar Afa, gerente comercial da Yutong, destacou a importância dessa conquista, afirmando: “Esta certificação é um marco histórico que simboliza não apenas uma conquista, mas também um compromisso com o planeta, servindo como um exemplo de liderança e visão para todos.” Um futuro sustentável para o surfe Com esse marco, a Olas Perú fortalece sua liderança na promoção do surfe e na construção de um futuro mais sustentável para o esporte. A escola se posiciona como um modelo para outras organizações esportivas, demonstrando que o comprometimento com o meio ambiente é tão vital quanto desenvolver habilidades atléticas. Escrito porMusye Lucen, A partir do Green Initiative Profissionais

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